17 de abr de 2009

A FRUSTRADA DECISÃO DOS CARANGUEIJOS

Houve certa vez uma reunião muito importante no fundo do mar. Era a reunião dos caranguejos. O mais velho dos caranguejos a havia convocado, para tomarem, segundo o que ele pensava, uma decisão muito importante. Vieram caranguejos de todos os mares, desde mares pequenos e águas tranqüilas, até aqueles que vinham dos oceanos mais agitados. Até aqueles que viviam nos rios mais contaminados mandaram o seu representante.
A reunião começou pontualmente. O líder pediu a palavra e disse: - "Meus amigos, viemos fazendo algo que tem se constituído como um péssimo exemplo para o resto... É um costume que temos que mudar".. Muito preocupados todos o olhavam com curiosidade. Um jovem caranguejo de água doce não pode reprimir a curiosidade, e perguntou: - "E qual é este costume? Por que acredita que é um mau exemplo para o resto...?". O caranguejo ancião respirou fundo. Muito preocupado tomou a palavra novamente e continuou: - "O direi sem rodeios. Devemos deixar de andar para trás. Todos nos usam de exemplo negativo e falam de nos como retrógrados". Um caranguejo vermelho que vinha de muito longe, dando-se conta do sério problema perguntou: "E o que propõe para remediar o péssimo exemplo que damos?". O caranguejo líder continuou: - "Serei realista. Para nós já é muito difícil mudar. Mas para os caranguejos pequenos será mais fácil. Eu proponho que as suas mães lhes ensinam a andar para frente".
Os caranguejos se emocionaram com a sinceridade com que havia lhes falado, e concordaram com entusiasmo a proposta. Desta forma ficou instituído que todos os caranguejos que nascessem deste momento em diante, seriam instruídos por suas mães para caminhar para frente. Cada um voltou para seu lar. E as mães começaram a ensinar aos seus pequenos. Guiaram com amor suas patinhas, primeiro uma para frente depois a outra. Insistiram na nova forma de avançar. Os pequenos tentaram seguir as instruções, ainda que fosse muito difícil e complicado. Mas com sinceridade trataram de fazê-lo.
No entanto aconteceu algo curioso. Suas mães lhes diziam como deviam caminhar, mas elas mesmas e todos os outros caranguejos continuavam a caminhar para trás como sempre. - "Como é que eles fazem uma coisa e me ensinam outra?" Disse um pequeno muito estudioso. Os demais concordaram. Alguns pensavam que era uma brincadeira que eles queriam jogar, outros diziam que deveria ser mais fácil caminhar para trás, por isso os outros o faziam.. Em vista da insurgência, tiveram que convocar outra uma nova reunião de caranguejos.  - "A norma que propus não funciona", admitiu o caranguejo líder que sempre dizia a verdade. E continuou:  - "E não funciona por que não predicamos com o exemplo e o certo é que não podemos pedir para os outros, que façam o que nós não fazemos".
A história diz que esta é a razão pela qual os caranguejos seguem andando para trás. E a lição que aprendemos com esta simpática história nos ensina que os outros prestam mais atenção ao que fazemos, que ao que dizemos. E é uma verdade que devemos aprender. É muito difícil pedir a um filho que não beba, se o pai bebe nos finais de semana. E exigir que estude, quando nós não tocamos um livro. Predicamos muito mais com o exemplo que com todas as palavras do mundo. E também nas empresas seria mais fácil pedir aos funcionários para que produzam mais, se nós fossemos produtivos. E que apliquem bons princípios nas relações humanas, se nós também as aplicássemos. Mas não podemos esperar que sejam sinceros, se nós não formos com eles. 
 .Os romanos diziam:
"Exemplum docet", "o exemplo ensina". E o professor Dale Carnegie dizia que para os outros:
"o exemplo é quase o único que ensina".
.Todos aqueles que estão em um posto de liderança, supervisores, gerentes, dirigentes, pais, professores,  políticos, religiosos, devem compreender a fundo esta indiscutível verdade. Como dizia William James:  -
"O que fazemos fala tão alto que não deixa ouvir o que dizemos".
O NEGATIVO:
- Pensar que para influir nos outros, bastam nossas intenções e nossas palavras.
O POSITIVO:
 - Compreender que sempre acabamos predicando com o exemplo. 

14 de abr de 2009

As sete maravilhas do mundo

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. 
No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo. Embora houvesse algum desacordo começaram os votos: 1. Pirâmides do Egito 2. Taj Mahal 3. Grand Canyon 4. Canal De Panamá 5. Empyre State building 6. Basílica Do St. Peter 7. A Grande Muralha da China Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu: "sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitos." O professor disse: "Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la." A menina hesitou, então leu, "Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam: 1. tocar 2. sentir sabor 3. ver 4. ouvir ..Hesitou um pouco e então... 5. sentir 6. rir 7. e amar A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas. "Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder quando você puder".

A Pena de Forrest Gump

- Vó?
- Oi? - Ontem eu vi de novo aquele filme que você gosta. - Qual, minha querida?
(como se não houvesse muitos filmes que a Vovó amava). - Aquele daquele homem que é meio bobo e fica contando
 histórias no ponto de ônibus... - Ah, sei . Forrest Gump... - Isso. - E você gostou do filme? - Gostei, mas não entendi uma coisa... - O que? - Quando começa o filme, tem uma pena voando, que voa, voa, e cai no colo do Forrest Gump. Ele guarda "ela"no livro e começa a contar a história para um monte de gente. - Exato. - Então, no final, ele abre o livro e ela sai voando outra vez. Para que serve essa pena, heim, Vovó? - Bem, pituquinha, ele explica isso no final.
Talvez você não tenha percebido. - Acho que não. - Forrest Gump não é uma pessoa igual às outras: ele tem uma inteligência limítrofe. Não fale que ele é meio bobo que isso é muito feio. Ele tem uma inteligência de uma criança  de cinco anos,  por isso tem dificuldade de entender as coisas como as outras pessoas. Ë um homem grande com a cabeça de uma criança, não é meio bobo ou retardado, tá bom? - Tá. - Você quer saber por que a pena começa o filme voando até pousar no colo do Forrest Gump, e depois sai voando de novo, não é? - Isso. - Então..., no final do filme, ele conta que na sua vida houve duas pessoas que o influenciaram muito: uma foi a sua mãe, o outro, seu amigo que ele conheceu na guerra do Vietnã,
que é o tenente Dan. A mãe ensinou para ele que ter uma deficiência não é
desculpa para desistir da vida. Ela se recusou a colocá-lo em uma escola para deficientes,
 e sempre empurrou o filho para frente, sempre ensinou-o a não se conformar com as suas próprias limitações. Forrest foi para a escola, estudou, teve um problema
na coluna que o obrigou a usar aquele aparelho horrível, você se lembra? - Lembro sim. - Tem uma cena que a Vovó gosta demais nesse filme,
que é aquela em que os meninos valentões correm atrás  dele numa caminhonete. Eles querem zoar com ele e até machucá-lo, e a sua amiguinha  grita para o menino: Corra, Forrest, corra ! E ele sai correndo, de aparelho e tudo, a caminhonete atrás dele, os meninos gritando...,à medida que ele corria, o aparelho vai caindo, pedaço por pedaço, e quanto mais ele se livrava do aparelho ortopédico, mais rápido ele conseguia correr, mais ele deslanchava, até entrar
 correndo em um campo gramado e sumir ao longe, deixando para trás os seus perseguidores... - Vó? - Oi? - Você está chorando? - Não, ..., não querida, é que a vovó esqueceu de pingar o colírio  (falou isso  enquanto enxugava furtivamente algumas lágrimas). - Por que você gosta tanto dessa cena, Vovó? - Porque Vovó acha essa cena muito emocionante, muito alegórica. - Alê o que? Riu-se, gostosamente. - Alegórica. Quer dizer que ela tem um significado maior
 do que está na tela. - Qual o significado? - Na vida, a gente fica tentando endireitar tudo, minha querida, e às vezes temos que passar muito, muito medo para podermos nos livrar de nossos aparelhos, de nossas muletas. Forrest  descobre que já está pronto, que pode correr como ninguém, como ninguém, e mais longe do que qualquer  menino valentão e bobo que se acha grande coisa . Olhou para a neta, que a olhava fixamente. - Desculpe, querida, acho que me empolguei um pouco. - Vó? - Oi? - É para isso que temos medo? - Acho que sim. - Temos medo para tirar as muletas? - E os aparelhos. E ir para frente. - Legal. Vó? - Fala. - E a pena? - É mesmo, já ía me esquecendo... então, eu falei que a mãe de Forrest Gump o ensinou  a nunca sentar sobre seus  problemas, a nunca se intimidar com as suas dificuldades. Ela ensinou para ele que, na vida, Deus dá uma série de cartas para a gente jogar o jogo, e temos que aproveitar
 as nossas cartas do melhor jeito possível. - E a pena? - Já vai, já vai... a outra pessoa importante na vida de
 Forrest Gump  é seu amigo, tenente Dan. Juntos, eles foram para a guerra, tiveram um pesqueiro,
montaram uma empresa e ficaram muito ricos. E o tenente Dan ensinou que na vida, a gente é como uma  peninha levada pelo vento, de um lado para outro,  e nunca tem como descobrir para onde vai o sopro de Deus..., nunca a gente sabe para que lado vai a pena. Fez um silêncio grave. - Como assim? - Quando você crescer, vai perceber como nosso destino é caprichoso, meu bem.
Um dia estamos aqui, outro dia estamos lá, como se tivesse um gozador assoprando a vida para lá e para cá, para lá e para cá. (Fez um movimento com a mão, simulando a pena indo e voltando. A menina acompanhou o movimento com os olhos). - Quer dizer que a gente não sabe para onde vai essa pena ? Trouxe-a para mais perto. - A gente não sabe... mas sabe, quando a gente chega na  idade que chegou a Vovó aqui, podemos perceber os caminhos misteriosos que a pena toma no ar, até pousar, segura, no colo de Deus. Mas isso a gente só descobre depois de passar muito tempo tentando adivinhar: Qual a direção do vento? Qual a umidade relativa do ar? Qual o peso da pena? Como o Caos vai comandar a direção que a pena vai tomar? Coçou a cabeça, em seu gesto característico. - Vó? - Oi? - O que acontece quando a gente pára de tentar adivinhar  para onde vai essa pena? - A gente se deixa levar pelo vento, minha querida. - Quer dizer que você dá razão para a mãe e para o amigo  do Forrest? Olhou com uma agradável sensação de surpresa. - Isso mesmo! Como você é esperta!
Eu dou, mesmo, razão para os dois. A gente joga da melhor forma que puder, com o máximo
de empenho, mas também respeita as linhas do vento.  Gostou? - Gostei, gostei muito... sabe, Vó, é tão bom ter você...
será que um dia esse vento vai te levar para longe de mim? Estremeceu ligeiramente. - Não, meu bem... por mais longe que vão nossas penas, nosso coração vai estar sempre perto um do outro, tá bom? - Tá bom. Ficaram num silêncio de fim de conversa. - Eu vou brincar um pouco, tá? - Isso, vai brincar de Forrest Gump. - Vou correr até cansar. - Isso. Vai mesmo. Mal conseguiu disfarçar a voz embargada de lágrimas.
Autor: Marco Antonio Spinelli é médico psiquiatra e psicoterapeuta. Coordenador Clínico da HORMÊ - O endereço eletrônico da Hormê, para os interessados, é horme@uol.com.br (texto recebido da Webmaster sorria)

9 de abr de 2009

SHOW DE BOLA 2 - LEIA

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

SHOW DE BOLA

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue
nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa.

6 de abr de 2009

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A razão se compõe de verdades 

que precisam ser ditas e de verdades

que precisam ser silenciadas.

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2 de abr de 2009

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Trabalhar com alegria, dedicação e criatividade é balsamo para a vida. Devemos trabalhar para viver e não viver para trabalhar. Algumas pessoas são "woraholic", viciadas em trabalho, sonham, almoçam e respiram trabalho, tem tempo para tudo, menos para si mesmas. Não admitem a falência da empresa chamada "eu" Mas pouco se importam com suas vidas. Livre-se disso, a menos que queira ter a placa ao mérito em sua lápide!  Bjs e mtas alegrias neste dia!

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"
Assimpois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua."(Rm14.19)

Flor vermelha de caule verde!

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.

Uma manhã, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer um desenho.

"Que bom!"- pensou o menininho.

Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos...

Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar.

A professora então disse:

- Esperem, ainda não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

E o menininho começou a desenhar  flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como fazer. A flor é vermelha com caule verde.

- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor.

Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso...

Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.

Era vermelha com caule verde.

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.

- "Que bom !" Pensou o menininho.

Ele gostava de trabalhar com barro.

Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.

Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

Então, a professora disse:

- Esperem ! Não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.

"Que bom !" - pensou o menininho.

Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.

E o prato era um prato fundo.

O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso.

Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar... e a olhar... e a fazer as coisas exatamente como a professora.

E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.

Essa escola era ainda maior que a primeira.

Um dia a professora disse:

- Hoje nós vamos fazer um desenho.

"Que bom !"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer.

Ela não disse.

Apenas andava pela sala.

Então veio até o menininho e disse:

- Você não quer desenhar ?

- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?

- Eu não sei, até que você o faça.

- Como eu posso fazê-lo ?

- Da maneira que você gostar.

- E de que cor ?

- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar ?

- Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde...

Helen Buckley

...Nany...

 

Quando tudo parecer perdido, OUSE !

Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório"

para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento e o resultado foi a forca.

 Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre à morte, simulou um julgamento justo,

fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

 

Disse o juiz:

-Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor;

vou escrever em um pedaço de papel palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO.

Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto.

O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

 

Sem que o acusado percebesse, o juiz separou os dois papeis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado livrar-se da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

 

O juiz colocou os dois papeis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O  homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papeis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. - Mas o que você fez? E agora?

Como vamos saber qual seu veredicto?

-É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

 

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o ultimo momento. SEJA CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSE!

RECEITA DE D. HELENA

Dona Helena é uma senhorita de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo o dia às 8 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e perfeitamente maquiada apesar de sua pouca visão. Receita da Dona Helena para se manter jovem: Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago. Freqüente de preferência seus amigos alegres. Os "baixo astrais" puxam você para baixo. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer. Curta coisas simples. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado. Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades. E LEMBRE-SE SEMPRE QUE: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir... de surpresa... de êxtase...de felicidade...

Plantando um Sonho!

Citação:

Os pensamentos são considerados os movimentos do coração

Portanto se vc ama seu coração vigiai vossos pensamentos!!!

Adoráveis Bebês