14 de abr. de 2009

A Pena de Forrest Gump

- Vó?
- Oi? - Ontem eu vi de novo aquele filme que você gosta. - Qual, minha querida?
(como se não houvesse muitos filmes que a Vovó amava). - Aquele daquele homem que é meio bobo e fica contando
 histórias no ponto de ônibus... - Ah, sei . Forrest Gump... - Isso. - E você gostou do filme? - Gostei, mas não entendi uma coisa... - O que? - Quando começa o filme, tem uma pena voando, que voa, voa, e cai no colo do Forrest Gump. Ele guarda "ela"no livro e começa a contar a história para um monte de gente. - Exato. - Então, no final, ele abre o livro e ela sai voando outra vez. Para que serve essa pena, heim, Vovó? - Bem, pituquinha, ele explica isso no final.
Talvez você não tenha percebido. - Acho que não. - Forrest Gump não é uma pessoa igual às outras: ele tem uma inteligência limítrofe. Não fale que ele é meio bobo que isso é muito feio. Ele tem uma inteligência de uma criança  de cinco anos,  por isso tem dificuldade de entender as coisas como as outras pessoas. Ë um homem grande com a cabeça de uma criança, não é meio bobo ou retardado, tá bom? - Tá. - Você quer saber por que a pena começa o filme voando até pousar no colo do Forrest Gump, e depois sai voando de novo, não é? - Isso. - Então..., no final do filme, ele conta que na sua vida houve duas pessoas que o influenciaram muito: uma foi a sua mãe, o outro, seu amigo que ele conheceu na guerra do Vietnã,
que é o tenente Dan. A mãe ensinou para ele que ter uma deficiência não é
desculpa para desistir da vida. Ela se recusou a colocá-lo em uma escola para deficientes,
 e sempre empurrou o filho para frente, sempre ensinou-o a não se conformar com as suas próprias limitações. Forrest foi para a escola, estudou, teve um problema
na coluna que o obrigou a usar aquele aparelho horrível, você se lembra? - Lembro sim. - Tem uma cena que a Vovó gosta demais nesse filme,
que é aquela em que os meninos valentões correm atrás  dele numa caminhonete. Eles querem zoar com ele e até machucá-lo, e a sua amiguinha  grita para o menino: Corra, Forrest, corra ! E ele sai correndo, de aparelho e tudo, a caminhonete atrás dele, os meninos gritando...,à medida que ele corria, o aparelho vai caindo, pedaço por pedaço, e quanto mais ele se livrava do aparelho ortopédico, mais rápido ele conseguia correr, mais ele deslanchava, até entrar
 correndo em um campo gramado e sumir ao longe, deixando para trás os seus perseguidores... - Vó? - Oi? - Você está chorando? - Não, ..., não querida, é que a vovó esqueceu de pingar o colírio  (falou isso  enquanto enxugava furtivamente algumas lágrimas). - Por que você gosta tanto dessa cena, Vovó? - Porque Vovó acha essa cena muito emocionante, muito alegórica. - Alê o que? Riu-se, gostosamente. - Alegórica. Quer dizer que ela tem um significado maior
 do que está na tela. - Qual o significado? - Na vida, a gente fica tentando endireitar tudo, minha querida, e às vezes temos que passar muito, muito medo para podermos nos livrar de nossos aparelhos, de nossas muletas. Forrest  descobre que já está pronto, que pode correr como ninguém, como ninguém, e mais longe do que qualquer  menino valentão e bobo que se acha grande coisa . Olhou para a neta, que a olhava fixamente. - Desculpe, querida, acho que me empolguei um pouco. - Vó? - Oi? - É para isso que temos medo? - Acho que sim. - Temos medo para tirar as muletas? - E os aparelhos. E ir para frente. - Legal. Vó? - Fala. - E a pena? - É mesmo, já ía me esquecendo... então, eu falei que a mãe de Forrest Gump o ensinou  a nunca sentar sobre seus  problemas, a nunca se intimidar com as suas dificuldades. Ela ensinou para ele que, na vida, Deus dá uma série de cartas para a gente jogar o jogo, e temos que aproveitar
 as nossas cartas do melhor jeito possível. - E a pena? - Já vai, já vai... a outra pessoa importante na vida de
 Forrest Gump  é seu amigo, tenente Dan. Juntos, eles foram para a guerra, tiveram um pesqueiro,
montaram uma empresa e ficaram muito ricos. E o tenente Dan ensinou que na vida, a gente é como uma  peninha levada pelo vento, de um lado para outro,  e nunca tem como descobrir para onde vai o sopro de Deus..., nunca a gente sabe para que lado vai a pena. Fez um silêncio grave. - Como assim? - Quando você crescer, vai perceber como nosso destino é caprichoso, meu bem.
Um dia estamos aqui, outro dia estamos lá, como se tivesse um gozador assoprando a vida para lá e para cá, para lá e para cá. (Fez um movimento com a mão, simulando a pena indo e voltando. A menina acompanhou o movimento com os olhos). - Quer dizer que a gente não sabe para onde vai essa pena ? Trouxe-a para mais perto. - A gente não sabe... mas sabe, quando a gente chega na  idade que chegou a Vovó aqui, podemos perceber os caminhos misteriosos que a pena toma no ar, até pousar, segura, no colo de Deus. Mas isso a gente só descobre depois de passar muito tempo tentando adivinhar: Qual a direção do vento? Qual a umidade relativa do ar? Qual o peso da pena? Como o Caos vai comandar a direção que a pena vai tomar? Coçou a cabeça, em seu gesto característico. - Vó? - Oi? - O que acontece quando a gente pára de tentar adivinhar  para onde vai essa pena? - A gente se deixa levar pelo vento, minha querida. - Quer dizer que você dá razão para a mãe e para o amigo  do Forrest? Olhou com uma agradável sensação de surpresa. - Isso mesmo! Como você é esperta!
Eu dou, mesmo, razão para os dois. A gente joga da melhor forma que puder, com o máximo
de empenho, mas também respeita as linhas do vento.  Gostou? - Gostei, gostei muito... sabe, Vó, é tão bom ter você...
será que um dia esse vento vai te levar para longe de mim? Estremeceu ligeiramente. - Não, meu bem... por mais longe que vão nossas penas, nosso coração vai estar sempre perto um do outro, tá bom? - Tá bom. Ficaram num silêncio de fim de conversa. - Eu vou brincar um pouco, tá? - Isso, vai brincar de Forrest Gump. - Vou correr até cansar. - Isso. Vai mesmo. Mal conseguiu disfarçar a voz embargada de lágrimas.
Autor: Marco Antonio Spinelli é médico psiquiatra e psicoterapeuta. Coordenador Clínico da HORMÊ - O endereço eletrônico da Hormê, para os interessados, é horme@uol.com.br (texto recebido da Webmaster sorria)

9 de abr. de 2009

SHOW DE BOLA 2 - LEIA

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

SHOW DE BOLA

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue
nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa.

6 de abr. de 2009

 . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  

A razão se compõe de verdades 

que precisam ser ditas e de verdades

que precisam ser silenciadas.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ♥<

2 de abr. de 2009

▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅
Trabalhar com alegria, dedicação e criatividade é balsamo para a vida. Devemos trabalhar para viver e não viver para trabalhar. Algumas pessoas são "woraholic", viciadas em trabalho, sonham, almoçam e respiram trabalho, tem tempo para tudo, menos para si mesmas. Não admitem a falência da empresa chamada "eu" Mas pouco se importam com suas vidas. Livre-se disso, a menos que queira ter a placa ao mérito em sua lápide!  Bjs e mtas alegrias neste dia!

▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅▅
"
Assimpois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua."(Rm14.19)

Flor vermelha de caule verde!

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.

Uma manhã, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer um desenho.

"Que bom!"- pensou o menininho.

Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos...

Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar.

A professora então disse:

- Esperem, ainda não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

E o menininho começou a desenhar  flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como fazer. A flor é vermelha com caule verde.

- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor.

Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso...

Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.

Era vermelha com caule verde.

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.

- "Que bom !" Pensou o menininho.

Ele gostava de trabalhar com barro.

Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.

Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

Então, a professora disse:

- Esperem ! Não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.

"Que bom !" - pensou o menininho.

Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.

E o prato era um prato fundo.

O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso.

Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar... e a olhar... e a fazer as coisas exatamente como a professora.

E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.

Essa escola era ainda maior que a primeira.

Um dia a professora disse:

- Hoje nós vamos fazer um desenho.

"Que bom !"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer.

Ela não disse.

Apenas andava pela sala.

Então veio até o menininho e disse:

- Você não quer desenhar ?

- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?

- Eu não sei, até que você o faça.

- Como eu posso fazê-lo ?

- Da maneira que você gostar.

- E de que cor ?

- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar ?

- Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde...

Helen Buckley

...Nany...

 

Quando tudo parecer perdido, OUSE !

Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório"

para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento e o resultado foi a forca.

 Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre à morte, simulou um julgamento justo,

fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

 

Disse o juiz:

-Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor;

vou escrever em um pedaço de papel palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO.

Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto.

O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

 

Sem que o acusado percebesse, o juiz separou os dois papeis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado livrar-se da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

 

O juiz colocou os dois papeis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O  homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papeis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. - Mas o que você fez? E agora?

Como vamos saber qual seu veredicto?

-É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

 

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o ultimo momento. SEJA CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSE!

RECEITA DE D. HELENA

Dona Helena é uma senhorita de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo o dia às 8 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e perfeitamente maquiada apesar de sua pouca visão. Receita da Dona Helena para se manter jovem: Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago. Freqüente de preferência seus amigos alegres. Os "baixo astrais" puxam você para baixo. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer. Curta coisas simples. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego. Lágrimas acontecem. Agüente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver. Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado. Diga a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades. E LEMBRE-SE SEMPRE QUE: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir... de surpresa... de êxtase...de felicidade...

PÉROLAS DOS ESTUDANTES DE COMUNICAÇÃO

"Quanto à opinião pública, podemos dizer que ela é mutável. Por exemplo: na horqa do parto a mulher pode optar pelo aborto" 
"A comunicação é importante porque comunica algo entre duas ou mais pessoas que querem se comunicar"
"O press-realease tem esse nome porque realiza as coisas com pressa"
"O problema da comunicação social no Brasil é que ela é dirigida por brasileiros, deveríamos trazer os americanos."
"Eu acho que a resposta é não. Como o professor o professor deve ter pensado numa armadilha, respondo que é sim."
"A comunicação social é feita de mim para vocês."
"A televisão é influenciativa em nossas vidas. Quantas vezes não compramos um tênis porque vimos na TV?"
"O fidibeque é a mesma coisa que a retroinformação, ou seja a informação que vem por trás."
"Faço comunicação porque acho importante ser comunicadora, mas não acho importante ler jornal (suja a mão), nem ficar em casa vendo TV. Acho melhor me comunicar entre si."
"A comunicação é moderna porque usa modernidade da atualidade."
Sem comentários, vou parar por aqui ... apesar de ter muito mais.
Muita calma nessa hora!
Muita mesmo !

27 de mar. de 2009

A GRATIDÃO

O homem, por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrina

Os olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.

Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. "é para minha irmã Pode fazer um pacote bem bonito?"

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: "quanto dinheiro você tem?"

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: "isto dá, não dá?"

Eram apenas algumas moedas, que ela exibia orgulhosa.

- Sabe, eu quero dar este colar azul para a minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos."

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.

- Tome, leve com cuidado.

Ela saiu feliz, saltitando pela rua abaixo.

Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de longos cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis, adentrou a loja.

Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:

- Este colar foi comprado aqui?

- Sim, senhora.

- E quanto custou?

- Ah, falou o dono da loja, o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.

A moça continuou: "mas minha irmã tinha somente algumas moedas. O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!"

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem.

- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar - disse ele.

- Ela deu tudo o que tinha.

O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pelas faces jovens, enquanto suas mãos tomavam o embrulho e ela retornava ao lar, emocionada.

..........................

Verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestosde ternura.

E a gratidão é sempre a manifestação dos espíritos que têm riqueza de emoções e altruísmo.

Sê sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.

Gratidão, como amor, é também dever que não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece.

Mente Humana

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado,seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você os aceite. Essa açao sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você. Um cientista de Phoenix - Arizona queria provar essa teoria. Precisava de um voluntário que chegasse às ltimas conseqüências. Conseguiu um em uma penitenciaria. Era um condenado à morte que seria executado na penitenciária de St Louis no estado de Missouri onde existe pena de morte executada em cadeira elétrica. Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar o seu sangue até a ultima gota final. Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse. Se isso acontecesse, ele seria libertado, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor. O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver. O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospitais e amarram o seu corpo para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocado uma pequena vasilha de alumínio. Foi dito a ele que ouviria o gotejar de seu sangue na vasilha. O corte foi superficial e nao atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que ele acreditasse que era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que era seu sangue que está diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue. O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, ao pé-da-letra, tudo que lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica. Essa história é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela nao distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e cumpre o que lhe é enviado. "Quem pensa em fracassar, já fracassou mesmo antes de tentar"

24 de mar. de 2009

O PODER DA EDUCAÇÃO

O PODER DA EDUCAÇÃO

Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educação. Aceitou o convite, mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condições de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado.

Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembléia em expectativa. Postou-se à tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois cães. A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o cão e este saiu em desabalada carreira ao encalço da lebre. Alcançou-a com destreza trucidando-a rapidamente.

A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admiração tomou conta da assembléia e os corações pareciam saltar do peito. Ninguém conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agressão. Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro cão. O povo mal continha a respiração. Alguns mais sensíveis levaram as mãos aos olhos para não ver a reprise da morte bárbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. No primeiro instante, o cão investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanhá-la deu-lhe com a pata e ela caiu. Logo ergueu-se e se pôs a brincar. Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranqüila convivência, saltitando de um lado a outro do palco. Então, e somente então, Licurgo falou;

"Senhores, acabais de assistir a uma demonstração do que pode a educação. Ambas as lebres são filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os cães". "A diferença entre os primeiros e os segundos é, simplesmente, a educação". E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excelências do processo educativo.

"A educação, baseada numa concepção exata da vida, transformaria a face do mundo". "Eduquemos nosso filho, esclareçamos sua inteligência, mas, antes de tudo, falemos ao seu coração, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfeições. Lembremo-nos de que a sabedoria por excelência consiste em nos tornarmos melhores".

Percebe-se, portanto, que:

A educação não se constitui em mero estabelecimento de informações, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que floresçam, à semelhança de bela e perfumada flor.

Texto enviado por Fernando Mineiro - fernando-mineiro@br.inter.net

Esta mensagem é oferecida por: Motivação em Rede

19 de mar. de 2009

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife)

¨Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se

encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto

plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o

artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas

com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco

átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios

de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O

substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem

ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se

insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as

reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.

  

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o

substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco

tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador

recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára

justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão

verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram

alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave

e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo

para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele

começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu

forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos

os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

  

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo

seu ditongo crescente: abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que

nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise

quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e

sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.

  

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente

oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela

totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias,

parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns

minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto,

ia tomando conta.

  

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era

um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome

do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a

porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele

tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois,

que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e

exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica,

ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e

declarou o seu particípio na história.

  

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora

por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu

adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem

comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois,

com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado

para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o

ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma

mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de

um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria

com um complemento verbal no artigo feminino.

  

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido

depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto

final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo,

jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua

portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa

conclusiva."

Plantando um Sonho!

Citação:

Os pensamentos são considerados os movimentos do coração

Portanto se vc ama seu coração vigiai vossos pensamentos!!!