16 de jul. de 2009

"A sorte não é nada mais do que a habilidade de aproveitar as ocasiões favoráveis." Orison Sweet Marden

8 de jun. de 2009

Por que as pessoas gritam? (Mahatma Gandhi )

Um dia, o pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?
Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas olham-se, e basta.
Seus corações entendem-se.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta."

5 de jun. de 2009

Henry Ford

Há dois tipos de pessoas que não interessam a uma boa empresa:
as que não fazem o que se manda
e as que só fazem o que se manda.
(Henry Ford)

3 de jun. de 2009

Um pensamento:

"Uma amizade nobre é uma obra de arte a dois." Paul Bouget

Porque as mulheres falam tanto?

Uma pesquisa mostrou que os homens usam em média 1.500 palavras por dia, enquanto as mulheres usam no mínimo 3.000.
No congresso onde este estudo foi apresentado, uma mulher levantou-se e disse: 
- “É natural que as mulheres falem o dobro dos homens, explicou”
“Nós temos que repetir tudo o que dizemos para os homens entenderem.”
E o apresentador perguntou:
- Como assim?!!...

21 de mai. de 2009

Mario Quintana!


A vírgula e a sua importância !! Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa). Vírgula pode ser uma pausa... ou não. Não, espere. Não espere. Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34. Pode ser autoritária. Aceito, obrigado. Aceito obrigado. Pode criar heróis. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve. E vilões. Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é corrupto. Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido. A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber. Uma vírgula muda tudo. ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação. Detalhes Adicionais: SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA. Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER. Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

19 de mai. de 2009

Pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo  'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos  filhos...  Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"   

Passe adiante! Precisamos começar JÁ! 

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais , torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta aonde vive...

14 de mai. de 2009

Camisa para futura Mamãe!

Voce pensa que a taxa de tranferência de sua conexão é baixa? ... pois bem, essa camisa vai te mostrar que há esperas bem mais longas ...
Trata-se da camisa Loading... Please Wait. Uma camisa muito bem humorada para as futuras mamães que terão que esperar em torno de 40 semanas para terem seus babys nos braços.
Postado por: Dani | 

13 de mai. de 2009

Como o cérebro nos prega partidas!!!

 

Por que é que compramos certos produtos e não outros? Como é que as marcas, a publicidade, as embalagens e o marketing em geral nos conduzem para esta ou aquela decisão de compra? Será que os nossos filtros de decisão racional funcionam sempre como planeamos? Parece que não. Na verdade, muitas vezes, agimos por força de impulsos de que são responsáveis certos agrupamentos de neurónios (tais como os chamados "neurónios-espelho").

Parece que, afinal, nem tudo está sob nosso controlo mental! Cerca de 80 a 90% das nossas decisões são influenciadas por estímulos (sensoriais, emocionais, ideológicos, espirituais, e outros) que se originam em territórios não conscientes da nossa mente.

Por exemplo, estudos de ressonância magnética creditados por conhecidas universidades atestam que a maioria dos consumidores de Coca-Cola é muito mais influenciado pelo simbolismo da marca do que pelos atributos do produto. Na verdade, quando confrontados em testes-cegos com outras colas (em especial a Pepsi) eles confundem os sabores ou não reconhecem a sua marca preferida. Também está provado que os avisos de "FUMAR MATA" que estão nas embalagens de tabaco não surtem o efeito pretendido, podendo até, em muitos casos, estimular o seu consumo.

Dentro em breve vamos desvendar como o cérebro age no ato das decisões, especialmente nas decisões de compra. Prepare-se para se surpreender!

Por Instituto da Inteligência em 25 abril 2009 às 20:29

4 de mai. de 2009

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses"

17 de abr. de 2009

A FRUSTRADA DECISÃO DOS CARANGUEIJOS

Houve certa vez uma reunião muito importante no fundo do mar. Era a reunião dos caranguejos. O mais velho dos caranguejos a havia convocado, para tomarem, segundo o que ele pensava, uma decisão muito importante. Vieram caranguejos de todos os mares, desde mares pequenos e águas tranqüilas, até aqueles que vinham dos oceanos mais agitados. Até aqueles que viviam nos rios mais contaminados mandaram o seu representante.
A reunião começou pontualmente. O líder pediu a palavra e disse: - "Meus amigos, viemos fazendo algo que tem se constituído como um péssimo exemplo para o resto... É um costume que temos que mudar".. Muito preocupados todos o olhavam com curiosidade. Um jovem caranguejo de água doce não pode reprimir a curiosidade, e perguntou: - "E qual é este costume? Por que acredita que é um mau exemplo para o resto...?". O caranguejo ancião respirou fundo. Muito preocupado tomou a palavra novamente e continuou: - "O direi sem rodeios. Devemos deixar de andar para trás. Todos nos usam de exemplo negativo e falam de nos como retrógrados". Um caranguejo vermelho que vinha de muito longe, dando-se conta do sério problema perguntou: "E o que propõe para remediar o péssimo exemplo que damos?". O caranguejo líder continuou: - "Serei realista. Para nós já é muito difícil mudar. Mas para os caranguejos pequenos será mais fácil. Eu proponho que as suas mães lhes ensinam a andar para frente".
Os caranguejos se emocionaram com a sinceridade com que havia lhes falado, e concordaram com entusiasmo a proposta. Desta forma ficou instituído que todos os caranguejos que nascessem deste momento em diante, seriam instruídos por suas mães para caminhar para frente. Cada um voltou para seu lar. E as mães começaram a ensinar aos seus pequenos. Guiaram com amor suas patinhas, primeiro uma para frente depois a outra. Insistiram na nova forma de avançar. Os pequenos tentaram seguir as instruções, ainda que fosse muito difícil e complicado. Mas com sinceridade trataram de fazê-lo.
No entanto aconteceu algo curioso. Suas mães lhes diziam como deviam caminhar, mas elas mesmas e todos os outros caranguejos continuavam a caminhar para trás como sempre. - "Como é que eles fazem uma coisa e me ensinam outra?" Disse um pequeno muito estudioso. Os demais concordaram. Alguns pensavam que era uma brincadeira que eles queriam jogar, outros diziam que deveria ser mais fácil caminhar para trás, por isso os outros o faziam.. Em vista da insurgência, tiveram que convocar outra uma nova reunião de caranguejos.  - "A norma que propus não funciona", admitiu o caranguejo líder que sempre dizia a verdade. E continuou:  - "E não funciona por que não predicamos com o exemplo e o certo é que não podemos pedir para os outros, que façam o que nós não fazemos".
A história diz que esta é a razão pela qual os caranguejos seguem andando para trás. E a lição que aprendemos com esta simpática história nos ensina que os outros prestam mais atenção ao que fazemos, que ao que dizemos. E é uma verdade que devemos aprender. É muito difícil pedir a um filho que não beba, se o pai bebe nos finais de semana. E exigir que estude, quando nós não tocamos um livro. Predicamos muito mais com o exemplo que com todas as palavras do mundo. E também nas empresas seria mais fácil pedir aos funcionários para que produzam mais, se nós fossemos produtivos. E que apliquem bons princípios nas relações humanas, se nós também as aplicássemos. Mas não podemos esperar que sejam sinceros, se nós não formos com eles. 
 .Os romanos diziam:
"Exemplum docet", "o exemplo ensina". E o professor Dale Carnegie dizia que para os outros:
"o exemplo é quase o único que ensina".
.Todos aqueles que estão em um posto de liderança, supervisores, gerentes, dirigentes, pais, professores,  políticos, religiosos, devem compreender a fundo esta indiscutível verdade. Como dizia William James:  -
"O que fazemos fala tão alto que não deixa ouvir o que dizemos".
O NEGATIVO:
- Pensar que para influir nos outros, bastam nossas intenções e nossas palavras.
O POSITIVO:
 - Compreender que sempre acabamos predicando com o exemplo. 

14 de abr. de 2009

As sete maravilhas do mundo

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo. 
No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo. Embora houvesse algum desacordo começaram os votos: 1. Pirâmides do Egito 2. Taj Mahal 3. Grand Canyon 4. Canal De Panamá 5. Empyre State building 6. Basílica Do St. Peter 7. A Grande Muralha da China Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu: "sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitos." O professor disse: "Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la." A menina hesitou, então leu, "Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam: 1. tocar 2. sentir sabor 3. ver 4. ouvir ..Hesitou um pouco e então... 5. sentir 6. rir 7. e amar A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas. "Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder quando você puder".

A Pena de Forrest Gump

- Vó?
- Oi? - Ontem eu vi de novo aquele filme que você gosta. - Qual, minha querida?
(como se não houvesse muitos filmes que a Vovó amava). - Aquele daquele homem que é meio bobo e fica contando
 histórias no ponto de ônibus... - Ah, sei . Forrest Gump... - Isso. - E você gostou do filme? - Gostei, mas não entendi uma coisa... - O que? - Quando começa o filme, tem uma pena voando, que voa, voa, e cai no colo do Forrest Gump. Ele guarda "ela"no livro e começa a contar a história para um monte de gente. - Exato. - Então, no final, ele abre o livro e ela sai voando outra vez. Para que serve essa pena, heim, Vovó? - Bem, pituquinha, ele explica isso no final.
Talvez você não tenha percebido. - Acho que não. - Forrest Gump não é uma pessoa igual às outras: ele tem uma inteligência limítrofe. Não fale que ele é meio bobo que isso é muito feio. Ele tem uma inteligência de uma criança  de cinco anos,  por isso tem dificuldade de entender as coisas como as outras pessoas. Ë um homem grande com a cabeça de uma criança, não é meio bobo ou retardado, tá bom? - Tá. - Você quer saber por que a pena começa o filme voando até pousar no colo do Forrest Gump, e depois sai voando de novo, não é? - Isso. - Então..., no final do filme, ele conta que na sua vida houve duas pessoas que o influenciaram muito: uma foi a sua mãe, o outro, seu amigo que ele conheceu na guerra do Vietnã,
que é o tenente Dan. A mãe ensinou para ele que ter uma deficiência não é
desculpa para desistir da vida. Ela se recusou a colocá-lo em uma escola para deficientes,
 e sempre empurrou o filho para frente, sempre ensinou-o a não se conformar com as suas próprias limitações. Forrest foi para a escola, estudou, teve um problema
na coluna que o obrigou a usar aquele aparelho horrível, você se lembra? - Lembro sim. - Tem uma cena que a Vovó gosta demais nesse filme,
que é aquela em que os meninos valentões correm atrás  dele numa caminhonete. Eles querem zoar com ele e até machucá-lo, e a sua amiguinha  grita para o menino: Corra, Forrest, corra ! E ele sai correndo, de aparelho e tudo, a caminhonete atrás dele, os meninos gritando...,à medida que ele corria, o aparelho vai caindo, pedaço por pedaço, e quanto mais ele se livrava do aparelho ortopédico, mais rápido ele conseguia correr, mais ele deslanchava, até entrar
 correndo em um campo gramado e sumir ao longe, deixando para trás os seus perseguidores... - Vó? - Oi? - Você está chorando? - Não, ..., não querida, é que a vovó esqueceu de pingar o colírio  (falou isso  enquanto enxugava furtivamente algumas lágrimas). - Por que você gosta tanto dessa cena, Vovó? - Porque Vovó acha essa cena muito emocionante, muito alegórica. - Alê o que? Riu-se, gostosamente. - Alegórica. Quer dizer que ela tem um significado maior
 do que está na tela. - Qual o significado? - Na vida, a gente fica tentando endireitar tudo, minha querida, e às vezes temos que passar muito, muito medo para podermos nos livrar de nossos aparelhos, de nossas muletas. Forrest  descobre que já está pronto, que pode correr como ninguém, como ninguém, e mais longe do que qualquer  menino valentão e bobo que se acha grande coisa . Olhou para a neta, que a olhava fixamente. - Desculpe, querida, acho que me empolguei um pouco. - Vó? - Oi? - É para isso que temos medo? - Acho que sim. - Temos medo para tirar as muletas? - E os aparelhos. E ir para frente. - Legal. Vó? - Fala. - E a pena? - É mesmo, já ía me esquecendo... então, eu falei que a mãe de Forrest Gump o ensinou  a nunca sentar sobre seus  problemas, a nunca se intimidar com as suas dificuldades. Ela ensinou para ele que, na vida, Deus dá uma série de cartas para a gente jogar o jogo, e temos que aproveitar
 as nossas cartas do melhor jeito possível. - E a pena? - Já vai, já vai... a outra pessoa importante na vida de
 Forrest Gump  é seu amigo, tenente Dan. Juntos, eles foram para a guerra, tiveram um pesqueiro,
montaram uma empresa e ficaram muito ricos. E o tenente Dan ensinou que na vida, a gente é como uma  peninha levada pelo vento, de um lado para outro,  e nunca tem como descobrir para onde vai o sopro de Deus..., nunca a gente sabe para que lado vai a pena. Fez um silêncio grave. - Como assim? - Quando você crescer, vai perceber como nosso destino é caprichoso, meu bem.
Um dia estamos aqui, outro dia estamos lá, como se tivesse um gozador assoprando a vida para lá e para cá, para lá e para cá. (Fez um movimento com a mão, simulando a pena indo e voltando. A menina acompanhou o movimento com os olhos). - Quer dizer que a gente não sabe para onde vai essa pena ? Trouxe-a para mais perto. - A gente não sabe... mas sabe, quando a gente chega na  idade que chegou a Vovó aqui, podemos perceber os caminhos misteriosos que a pena toma no ar, até pousar, segura, no colo de Deus. Mas isso a gente só descobre depois de passar muito tempo tentando adivinhar: Qual a direção do vento? Qual a umidade relativa do ar? Qual o peso da pena? Como o Caos vai comandar a direção que a pena vai tomar? Coçou a cabeça, em seu gesto característico. - Vó? - Oi? - O que acontece quando a gente pára de tentar adivinhar  para onde vai essa pena? - A gente se deixa levar pelo vento, minha querida. - Quer dizer que você dá razão para a mãe e para o amigo  do Forrest? Olhou com uma agradável sensação de surpresa. - Isso mesmo! Como você é esperta!
Eu dou, mesmo, razão para os dois. A gente joga da melhor forma que puder, com o máximo
de empenho, mas também respeita as linhas do vento.  Gostou? - Gostei, gostei muito... sabe, Vó, é tão bom ter você...
será que um dia esse vento vai te levar para longe de mim? Estremeceu ligeiramente. - Não, meu bem... por mais longe que vão nossas penas, nosso coração vai estar sempre perto um do outro, tá bom? - Tá bom. Ficaram num silêncio de fim de conversa. - Eu vou brincar um pouco, tá? - Isso, vai brincar de Forrest Gump. - Vou correr até cansar. - Isso. Vai mesmo. Mal conseguiu disfarçar a voz embargada de lágrimas.
Autor: Marco Antonio Spinelli é médico psiquiatra e psicoterapeuta. Coordenador Clínico da HORMÊ - O endereço eletrônico da Hormê, para os interessados, é horme@uol.com.br (texto recebido da Webmaster sorria)

9 de abr. de 2009

SHOW DE BOLA 2 - LEIA

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

SHOW DE BOLA

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue
nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa.

6 de abr. de 2009

 . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  . .  

A razão se compõe de verdades 

que precisam ser ditas e de verdades

que precisam ser silenciadas.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ♥<

2 de abr. de 2009

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Trabalhar com alegria, dedicação e criatividade é balsamo para a vida. Devemos trabalhar para viver e não viver para trabalhar. Algumas pessoas são "woraholic", viciadas em trabalho, sonham, almoçam e respiram trabalho, tem tempo para tudo, menos para si mesmas. Não admitem a falência da empresa chamada "eu" Mas pouco se importam com suas vidas. Livre-se disso, a menos que queira ter a placa ao mérito em sua lápide!  Bjs e mtas alegrias neste dia!

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"
Assimpois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua."(Rm14.19)

Flor vermelha de caule verde!

Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande.

Uma manhã, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer um desenho.

"Que bom!"- pensou o menininho.

Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos...

Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar.

A professora então disse:

- Esperem, ainda não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.

E o menininho começou a desenhar  flores com seus lápis rosa, laranja e azul.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como fazer. A flor é vermelha com caule verde.

- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor.

Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso...

Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.

Era vermelha com caule verde.

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:

- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.

- "Que bom !" Pensou o menininho.

Ele gostava de trabalhar com barro.

Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.

Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

Então, a professora disse:

- Esperem ! Não é hora de começar !

Ela esperou até que todos estivessem prontos.

- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.

"Que bom !" - pensou o menininho.

Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.

A professora disse:

- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.

E o prato era um prato fundo.

O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso.

Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.

E muito cedo o menininho aprendeu a esperar... e a olhar... e a fazer as coisas exatamente como a professora.

E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.

Essa escola era ainda maior que a primeira.

Um dia a professora disse:

- Hoje nós vamos fazer um desenho.

"Que bom !"- pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer.

Ela não disse.

Apenas andava pela sala.

Então veio até o menininho e disse:

- Você não quer desenhar ?

- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?

- Eu não sei, até que você o faça.

- Como eu posso fazê-lo ?

- Da maneira que você gostar.

- E de que cor ?

- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar ?

- Eu não sei . . .

E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde...

Helen Buckley

...Nany...

 

Plantando um Sonho!

Citação:

Os pensamentos são considerados os movimentos do coração

Portanto se vc ama seu coração vigiai vossos pensamentos!!!